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 Arqueologia Subaquática

arqueólogo se pteparando para o mergulhoA arqueologia subaquática vêm ganhando espaço  graças ao desenvolvimento de equipamentos leves para mergulho e outras tecnologias que auxiliam a pesquisa arqueológica nas profundezas dos oceanos, mares, etc.

 

O início da exploração

  Leonardo Da Vinci já planejava equipamentos para expedições submarinas. O oceano sempre atraiu o homem, o desejo de explorar os abismos submersos sempre foi fixação. Em 1535 Francesco de Marchi mergulhou para recuperar uma caixa de madeira e um visor de cristal, ambos provenientes de um navio romano. Os anos se passaram e os equipamentos de mergulho foram se aperfeiçoando (ver galeria de fotos). No ano de 1950 o arqueólogo Nino Lamboglia supervisionou a recuperação das ânforas do navio Romano Albenga, ele contou com o auxílio de um balde mecânico. Já em 1952, ocorreu a primeira escavação submarina.

A pesquisa arqueológica sob os oceanos e mares

  O desenvolvimento de equipamentos leves de mergulho permitiu aos arqueólogos estenderem suas pesquisas ao fundo do mar, onde usam métodos adaptados do trabalho em terra. A maioria destes pesquisadores busca restos de navios naufragados. As águas, contudo, também escondem edifícios e até cidades inteiras! O passado foi sendo redescoberto a cada novo artefato que subia das profundezas, tornando-se alvo dos olhares aguçados do pesquisadores. 

  Aqui no Brasil a pesquisa arqueológica subaquática ainda não é muito desenvolvida, algumas poucas pesquisas são realizadas na costa do país, entre estas, podemos citar: os estudos do Galeão Sacramento, no estado nordestino da Bahia, as pesquisas no Galeão São Paulo, que foi a pique em 1652, perante ao Caboo de Santo Agostinho (Pernambuco), por fim, seria interessante falar do encouraçado Aquidabã (na baia da Ilha Grande). 

  Muitos acreditam estarem fazendo verdadeiras pesquisas subaquáticas, enquanto não passam de salteadores ou depredadores das embarcações que jazem nas profundezas. Estas pessoas realizam expedições e recolhimento de materiais sem o devido rigor científico, nenhuma metodologia é aplicada e a conservação dos achados é precária. Muitos artefatos arqueológicos provenientes da costa brasileira estão sendo comercializados no mercado negro; peças como jóias e pratarias da embarcação Príncipe das Astúrias em Ilhabela, canhões de bronze do galeão São Paulo e porcelana saqueada do galeão Santíssimo Sacramento. Mas, aos poucos a arqueologia submarina vêm ganhando espaço, a USP (Universidade de São Paulo), oferece mestrado e doutorado nesta área. Podes conhecer algo mais sobre a arqueologia das profundezas, ingressando na nossa galeria exclusiva de fotografias.